“Sou desprezível, sei amar, e também aprendi a machucar. Separei colegas de amigos, e encontrei pessoas quem quero passar o resto da minha vida, olhei a quantidade e me senti um pouco só. É claro, quantidade não importa, mas tantas pessoas no mundo, e poucas perto de mim. Eu sou o problema, ou sou o reflexo de todos curativos que usei para sarar minhas feridas. Caminho na rua e vejo a quantidade de pessoas me olhando, minha diferença atrai indiferença, um olhar mostra que o lugar que estou não faço bem, risadas e gargalhadas, pessoas zombando de mim, e eu sinto pena delas, enquanto elas passam tempo curtindo comigo, eu as desprezo e ignoro. Talvez isso que me impede de ter muitas pessoas, falsidade não me atrai, mentiras geram mentiras, pessoas são mentiras, e se fingem de verdade, e logo mostram a sua cara. Sou desprezível, carente, legal, melancólico, e dramático, escrevo textos chorando felizes, com raiva escrevo feliz, a contradição mostra que não nasci pra ser igual a ninguém, meu ego foi ferido, e hoje é apenas um sorriso no rosto que coloco por ter conhecido vocês amigos.”
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