“Fui minimizado ao espetáculo que acontecia no céu. Fui diluído pela acidez que escorria nas gotas da chuva. Fui esmagado pelo teor torturante de sílabas impronunciáveis por mim, mas escutadas saindo de seus olhos. Fui, e continuo sendo, torturado por mim mesmo a cada novo pensamento. Serei, e permanecerei sendo, amante dessa viril situação egoísta de amor próprio. Meu peito já não dorme mais, está parasitado por um coração.”
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