
Eu te tinha, bem na palma da minha mão; tinha seus defeitos, tinha suas manias, te tinha por inteiro (…) Eu tinha nós, tinha algo construido, talvez um muro, talvez um livro ou algum sentimento construído. Eu tinha. Mas deixei tudo escapolir pelos espaços entre os meus dedos. Deixei que fosse. Deixei que tudo isso partisse, se desgastasse e esfriasse. Mas agora não adianta me torturar com as memórias de que um dia tive. De que um dia foi. As vezes as coisas se vão, mas não voltam. Acabou. E sobrou apenas uma ponta para ser acertada. Larissa R
Nenhum comentário:
Postar um comentário